Dando Um Tempo

A casa de passagem Dando um Tempo nasceu na primeira quinzena de janeiro de 2014, com o objetivo de acolher mulheres com ou sem filhos que se encontram em situação de rua e outras situações de risco. A casa tem capacidade para até trinta mulheres e seis crianças, com estrutura acessível a pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.

Idade
A partir dos 18 anos.
Objetivo
A casa de acolhida tem estrutura de residência com atendimento ininterrupto, 24 horas dia, atende mulheres com filhos ou não, encaminhadas por agentes de serviço de abordagem social nas ruas, dos centros de Referencia da Assistência Social (CRAS) Centro de Referencia de Especialidade da Assistência Social (CREAS), Posto de Atendimento Humanizado ao Migrante, entidades e de outras políticas publicas e será desenvolvido em parceria e monitoramento do CREAS; São acolhidas mulheres com ou sem filhos sem descriminação de raça, credo ou etnia a casa de acolhimento deverá terá espaço compatível com o numero de acolhidos conforme capacidade, com numero de quartos, áreas de convivência e sanitários e estruturada para receber deficientes de forma a garantir a sua acessibilidade, porém não prevê o acolhimento de mulheres com grau de deficiência mental ou dependência química fora do alcance de atendimento dos profissionais envolvidos, essas deverão ser encaminhadas aos serviços que ofereçam condições atendimento apropriados e específicos as suas necessidades. A casa oferece alimentação, condições para a manutenção da higiene pessoal, local para repouso, local para guarda de pertences pessoais e documentos, lavagem e secagem de roupa e serão integradas a rotina diária, atividades de convivência grupal, a coordenação estabelecerá horários para entrada e saída das beneficiárias que deverão contribuir para a organização, limpeza e harmonia do ambiente. Para execução do plano de ação a entidade disponibilizará equipe técnica composta por coordenador, assistente social, psicólogo, que terão o apoio de cuidador social, segurança, cozinheira e auxiliares de serviço gerais. O período de acolhimento será inicialmente de seis meses podendo ser prorrogado de acordo com as demandas apresentadas, poderá ser em caráter de pernoite para mulheres em transito, sem condições de auto sustento e migração. A beneficiaria poderá ser desligada do serviço por avaliação da equipe, dado sua autonomia, por livre e espontânea vontade para isso deverá informar a equipe e justificar sua saída e por descumprimento das normas de convivência
Parceiros
• FMAS – Federal FMAS – Municipal